A RAÍNHA

106 MIN/ LIVRE

VOLPI CUP DE MELHOR ATRIZ
(HELEN MIRREN)
GOYA DE MELHOR FILME EUROPEU

2 GLOBOS DE OURO
MELHOR ATRIZ - DRAMA (HELEN MIRREN) E MELHOR ROTEIRO
INDICADO AINDA NAS CATEGORIAS DE
MELHOR FILME - DRAMA E MELHOR DIRETOR.

10 INDICAÇÕES AO BAFTA
MELHOR FILME, MELHOR FILME BRITÂNICO, MELHOR DIRETOR, MELHOR ATRIZ (HELEN MIRREN), MELHOR ATOR COADJUVANTE (MICHAEL SHEEN), MELHOR ROTEIRO ORIGINAL,
MELHOR TRILHA SONORA, MELHOR MAQUIAGEM E MELHOR EDIÇÃO


Ficha técnica
(THE QUEEN / INGLATERRA-FRANÇA-ITÁLIA/ 2006/ 97 MIN/ DRAMA/ LIVRE)
Direção: STEPHEN FREARS
Roteiro: PETER MORGAN
Música: ALEXANDRE DESPLAT
Fotografia: AFFONSO BEATO
Desenho de Produção: ALAN MACDONALD
Figurino: CONSOLATA BOYLE
Montagem: LUCIA ZUCCHETTI

Elenco
HELEN MIRREN (Rainha Elizabeth II)/ MICHAEL SHEEN (Tony Blair)
JAMES CROMWELL (Príncipe Philip)/ SYLVIA SYMS (Rainha-mãe)
PAUL BARRETT (Trevor Rees-Jones)/ HELEN MCCRORY (Cherie Blair)

Sinopse
Quando a notícia da morte da Princesa Diana - a "Princesa do Povo" - uma das mulheres mais famosas do mundo, atinge o público britânico chocado e incrédulo, a rainha Elizabeth II está de férias no seu castelo de verão com a família, sem compreen-der o sentimento do público frente àquela tragédia. Para Tony Blair, o popular Primeiro-Ministro recém-eleito, a necessidade do povo pelo apoio de sua rainha era algo palpável. Conforme a manifestação pública cresce de uma maneira sem precedentes, Blair precisa encontrar uma forma de reconectar a rainha com seus súditos. Depois de MRS. HENDERSON PRESENTS, apresentado pelo Guion Center e que juntou Judi Dench e Bob Hoskins num filme apaixonante sobre o real significado do show bizz em tem-pos de guerra, o cineasta britânico Stephen Frears está de volta com a comédia dramática de cariz biográfico A RAÍNHA, sobre a chegada de Tony Blair ao poder, a morte da princesa Diana e a dificuldade de uma coroa milenar em lidar com a incômoda situação. Nascido na Inglaterra em 1941, Frears seguiu um longo caminho como cineasta local antes de aceitar a direção de produções maiores, dos Estados Unidos da América. Em 1968, dirigiu o curta-metragem The Burning. Até 1984, dirigiu episódios de séries de TV e programas para a BBC. A partir de The Hit/1984, apresentado pelo Guion Center, no qual trabalhou com John Hurt e Terence Stamp, entre outros, Frears se dedicou a dirigir filmes para a tela grande. O realizador de A MINHA BELA LAVANDARIA/1985, que foi apresentado ao público portoa-legrense em 1989 pelo Ponto de Cinema-Cinemateca Gaúcha, depois do excelente LIGAÇÕES PERIGOSAS de 1988, LIAM de 2000, ou DIRTY PRETTY THINGS de 2003, ambos vistos no Guion Center, mantém intacta e talvez até depurada a capacidade de assentar um olhar cirúrgico sobre fatos e transformá-los em filmes implacáveis, sem a mínima conces-são à facilidade. O início em Hollywood aconteceu de ótima forma, com o grande sucesso de público e crítica Dangerous Liaisons (Ligações Perigosas, 1988, que acabou ganhando 3 Óscar e definindo a linha de elenco com a qual Frears iria trabalhar nos filmes seguintes. John Malkovich e Glenn Close já trabalharam mais de uma vez com ele. A consagração se deu com The Grifters (Os Imorais, 1990), lançado com exclusividade pelo Ponto de Cinema-Cinemateca Gaúcha e que lhe rendeu a primeira indicação à estatueta de Melhor Direção. O ritmo de trabalho não diminuiu, com produções como Herói Por Acidente, de 1992, e Mary Reilly (O Segredo de Mary Reilly, de 1996 e também apresentado no Guion Center, com Julia Roberts como protagonista). Depois deste ciclo de trabalhos nos Estados Unidos, Frears se voltou novamente para produções inglesas, como A Van, de 1996; Terra de Paixões, de 1998; Alta Fidelidade, de 2000; Coisas Belas e Sujas, de 2003, e, finalmente, Mrs. Henderson Presents (Sra. Henderson. Neste premiadíssimo trabalho de A RAINHA, Frears trata de figuras vivas e mais precisa-mente a soberana britânica Elizabeth II e o primeiro-ministro trabalhista ainda em exercício Tony Blair, envolvidos numa situação complexa em que têm de juntar esforços, para salvar a cara da monarquia, num momento da mais completa perturbação, em que a coroa se recusava a manifestar pesar pela morte da mãe do futuro rei. Stephen Frears não fica apenas nisto, dá uma imagem divertida e crua da intimidade do ga-binete do jovem primeiro-ministro e até das relações no seio da sua família, quando começam as críticas pelo seu empenho em "salvar a rainha". Mas também mostra com a mesma exatidão, do interior do palácio, das relações de Elizabeth II com os que lhe são mais próximos, o duque de Edimburgo, o príncipe Charles e a rainha mãe, uma das personagens mais renitentes a abrir mão do que a tradição consagrou ao longo de mais de um milénio.


VENTOS DA LIBERDADE

Vencedor do último Festival de Cannes, The Wind that Shakes the Barley (algo como “o vento que balança a cevada”) é um filme emocionante, belo, tristíssimo, inteligente e profundamente reflexivo. Um triunfo de seu realizador, o cineasta inglês Ken Loach, esquerdista inflamado, autor de grandes filmes, outros nem tanto, mas nunca descartável. Está no mesmo nível de seus melhores trabalhos, o grande Meu Nome É Joe, sobre um alcoólatra desempregado inglês de meia idade, e o sensacional Ladybird, Ladybird, a quase surreal história (baseada em fatos reais) da inglesa que teve sete filhos, mas teve cinco deles tomados pelo governo de seu país.

- Ganhou o European Film Awards de Melhor Fotografia, além de ser indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Cillian Murphy) e Melhor Roteiro.
- Recebeu uma indicação ao Goya de Melhor Filme Europeu.
- Ganhou a Palma de Ouro, no Festival de Cannes.


Ficha Técnica
Título Original: The Wind that Shakes the Barley
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 127 minutos
Ano de Lançamento (Inglaterra / Espanha / Alemanha / Itália / França / Irlanda): 2006
Site Oficial: www.thewindthatshakesthebarley.co.uk
Estúdio: BIM Distribuzione / Film Coop / Sixteen Films Ltd. / Bórd Scannán na hÉireann / Element Films / TV3 Television Network Ireland / Tornasol Films S.A. / UK Film Council / Matador Pictures / Filmstiftung Nordrhein-Westfalen / EMC Produktion / Pathé Distribution
Direção: Ken Loach
Roteiro: Paul Laverty
Produção: Rebecca O'Brien
Música: George Fenton
Fotografia: Barry Ackroyd
Desenho de Produção: Fergus Clegg
Direção de Arte: Michael Higgins e Mark Lowry
Figurino: Eimer Ni Mhaoldomhnaigh
Edição: Jonathan Morris
Efeitos Especiais: Team FX Ltd. / Cine Image Film Opticals Ltd.


Elenco
Cillian Murphy (Damien), Padraic Delaney (Teddy), Liam Cunningham (Dan), Gerard Kearney (Donnacha), William Ruane (Gogan), Roger Allam (Sir John Hamilton), Laurence Barry (Micheail)


Sinopse
Irlanda, 1920. Os trabalhadores do interior do país se organizam para enfrentar os esquadrões britânicos que chegam para sufocar o movimento pela independência. Cansado de testemunhar tanta brutalidade, Damien (Cillian Murphy), um jovem estudante de medicina, abandona tudo para juntar-se ao irmão Teddy (Padraic Delaney), que já aderiu à luta armada. Quando as táticas não-convencionais dos irlandeses começam a abalar a supremacia dos soldados britânicos, o governo se vê forçado a negociar e os dois lados discutem um acordo de paz. Nesse momento, na Irlanda, aqueles que estavam unidos pela independência se dividem entre os que são a favor e os que são contra o acordo, deixando os irmãos em lados opostos de uma nova guerra, agora interna.


A VIDA SECRETA DAS PALAVRAS

Uma mulher introvertida vai passar férias em um pequeno povoado, próximo a uma plataforma de petróleo. Até que um incidente faz com que ela permaneça alguns dias na plataforma, cuidando de um homem que sofreu várias queimaduras. Dirigido por Isabel Coixet (Minha Vida Sem Mim) e com Sarah Polley e Tim Robbins no elenco.

- Recebeu uma indicação ao European Film Awards, na categoria de Melhor Atriz (Sarah Polley).
- Ganhou 4 prêmios no Goya, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Originale Melhor Direção de Produção. Foi ainda indicado na categoria de Melhor Ator Coadjuvante (Javier Cámara).



Ficha Técnica
Título Original: La Vida Secreta de las Palabras
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 115 minutos
Site Oficial: www.lavidasecretadelaspalabras.com
Estúdio: El Deseo S.A. / Hotshot Films
Direção: Isabel Coixet
Roteiro: Isabel Coixet
Produção: Esther García
Fotografia: Jean-Claude Larrieu
Desenho de Produção: Pierre-François Limbosch
Direção de Arte: Nigel Pollock
Figurino: Tatiana Hernández
Edição: Irene Blecua
Efeitos Especiais: El Ranchito

Elenco
Sarah Polley (Hanna), Tim Robbins (Josef), Javier Cámara (Simon), Eddie Marsan (Victor), Steven Mackintosh (Dr. Sullitzer), Julie Christie (Inge), Danny Cunningham (Scott), Dean Lennox Kelly (Liam), Daniel Mays (Martin), Sverre Anker Ousdal (Dimitri)


Sinopse
Hannah (Sarah Polley) tem 30 anos, é introvertida, solitária, misteriosa e trabalha numa indústria têxtil. Ela vai passar as férias num pequeno povoado costeiro, em frente a uma plataforma petrolífera. Um incidente faz com que ela permaneça alguns dias na plataforma cuidando de Josef (Tim Robbins), que sofreu uma série de queimaduras que o deixaram cego temporariamente. Com ele trabalham vários outros homens, cada um com uma personalidade marcante.


 

 

 


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