Indicamos filmes já lançados há algum tempo, que valem a pena serem vistos.
Eddie, O Ídolo
Pop
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O
talento de JOHN CAFFERTY ultrapassou os limites de Jersey City,
área em que a sua voz era popular,, mas o seu rosto, não; Graças
ao empenho que os Produtores de "Eddie-O Ídolo Pop" tiveram em manter
a imagem da fictícia banda EDDIE &THE CRUISERS associada às performances
dubladas pelo elenco. A empresa 'Scotti Bros.' que Co-Produziu o
filme e a trilha, farejando $uce$$o, re-lançou trabalhos do grupo
usando o nome da banda fictícia. resultado: venderam 3 000 000 de
cópias.
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"Eddie, O Ídolo Pop" (lastimável
título em Português para "Eddie &The Cruisers") é um filme que merece
ser visto. Apesar de ter fracassado no seu lançamento nos Cinemas
do Canadá, Estados Unidos e Inglaterra quando originalmente lançado
no início da década de '80 (foi filmado em Janeiro de '82), acabou
atraindo um público cada vez mais fiel em suas reprises nas Tvs
públicas e cabo ao redor do planeta, além de ter tornado-se popular
em vídeocassete. Feito c/um pequeno orçamento (nota-se pois a reconstituição
dos anos '60 é pobre), narra, misturando clima de suspense, mistério,
docu-drama, musical e nostalgia o que acontece quando uma jornalista
(interpretada por Ellen Barkin, de "Acerto de Contas", "Vítimas
de Uma Paixão", "Mac", etc, ) decide investigar o que realmente
houve por detrás do aparente suicídio de um mito do Rock (uma espécie
de Elvis misturado c/Jim Morrison e c/pitadas do ator James Dean).
O filme intercala cenas passadas nos anos '80 (presente) c/flashbacks/"cenas
de arquivo" (simuladas, já q o ídolo nunca existiu na vida real)
e 'depoimentos' de ex-membros da sua banda interpretados por gente
como o ex-modelo Michael Paré -muito carismático, apesar de pouco
articulado como sempre (visto em "Ruas de Fogo", e ótimo em "Lua
Negra" e "Virgens Suicidas") Tom Berenger- c/ótima atuação, antes
de virar uma espécie de John Wayne de filmes p/Tv a cabo (visto
em "Platoon", "Brincando nos Campos do Senhor", "Atirando Para matar",
etc), Matt Laurance ("O Príncipe da Cidade", "O primeiro Ano do
Resto de Nossas Vidas", ponta em "Ruas de Fogo"), Joe Pantoliano
("La Bamba", "Matrix","As Amantes"-não confundir este último c/os
homônimos filmes do Espanhol Vicente Aranda e do Independente John
Cassavetes), a cantora de cabarés e estrela do teatro musical Helen
Schneider e numa pequena participação, John Stockwell ("Porki3",
pontas em "Nixon" e "Top Gun", etc). A trilha sonora do grupo fictício
que "tem a sua história-também fictícia- contada é interpretada
não pelos atores mas por uma banda- claramente calcada em/influenciada
por Bruce Springsteen& The E-Street Band, bastante popular na área
de New Jersey, chamada John Cafferty &The Beaver Brown Band (a não
ser pelo músico Mike Antunes, que também é o saxofonista da Beaver
Brown). O Roteiro bem-costurado- de autoria de Arlene e Marty Davidson
( Marty é também o Diretor do filme e Co-Diretor de outro cult-movie
com ar de nostalgia "Lords Of FlatBush", além de ter dirigido os
elogiados "Dixie" e "Minha Mulher Vai Casar")- e baseado no romance
do intelectual P.F.Kluge (autor do artigo de revista que inspirou
Sidney Lumet e sua equipe em realizar "Um Dia de Cão"). A consultoria
criativa e supervisão musical da trilha, ficou a cargo do veterano
Kenny Vance.
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Poster
canadense do filme
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Capa
do romance que deu origem ao filme
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Vance
(também trabalhou nas trilhas de "Warriors" -clássico de W. Hill-,
"HairSpray: Quando Éramos Jovens", além de pequenasparticipações
em "Crimes e Pecados", "Manhattan", "Deconstruindo Harry", etc)
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